quarta-feira, agosto 5, 2026
DIÁRIO DO EMPRESÁRIO
Advertisement
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
DIÁRIO DO EMPRESÁRIO
No Result
View All Result
Home Negócios

Muitos setores terão taxa de 37,5% dos EUA, diz ministro – 23/07/2026 – Economia

redacao by redacao
23/07/2026
in Negócios
0 0
0
Muitos setores terão taxa de 37,5% dos EUA, diz ministro – 23/07/2026 – Economia
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter


O ministro Márcio Elias Rosa (Indústria e Comércio) confirmou nesta quinta-feira (23) que a investigação dos Estados Unidos sobre trabalho forçado vai resultar na soma de tarifas aplicadas contra o Brasil. A decisão culmina em uma taxa acumulada de 37,5% para diversos setores e produtos.

“Lamentavelmente, muitos setores estarão sujeitos à dupla taxação de 37,5%, como é o caso, por exemplo, de calçados, máquinas, equipamentos, peças, componentes, confecções, químicos, desde que não sejam farmacêuticos. Para esses, infelizmente, a tarifa passa a ser de 37,5%”, disse o ministro.

Os EUA anunciaram uma nova tarifa ao Brasil, de 12,5%, com base em uma investigação sobre falhas no combate à importação de produtos feitos com o uso trabalho forçado.

O Brasil, contudo, já estava sujeito à aplicação de uma sobretaxa de 25%. A sanção, que entrou em vigor na última quarta (22), atinge milhares de produtos brasileiros, mas isenta itens estratégicos para a pauta exportadora, como carne bovina e café.

Como mostrou a Folha, o governo brasileiro já esperava que as taxas fossem cumulativas. Segundo o ministro, uma avaliação preliminar da pasta mostra que cerca de 2.000 produtos que o Brasil exporta aos EUA não estarão sujeitos a nenhuma das duas tarifas. É o caso de carne bovina, café, suco de laranja e frutas, por exemplo. Outro rol de produtos, como celulose e pescados, será taxado em 12,5%.

“O Brasil, de fato, contesta e vai adotar todos os mecanismos e meios para rechaçar a imposição de mais essas tarifas que, a rigor, deturpam o comércio internacional, além de causar danos a todas as economias, inclusive a do Brasil”, afirmou.

O Brasil integra um grupo de 59 economias atingidas pela medida, cujas tarifas aplicadas variam entre 10% e 12,5%. A nova tarifa, que afetará mais de 3.000 itens nacionais, começa a ser aplicada a partir da 01h01 desta sexta-feira (horário de Brasília).

Em junho, uma autoridade brasileira em Washington alertou que a inclusão do Brasil nesta lista cria risco reputacional e comercial ao país.

“O tema pode afetar a percepção sobre cadeias produtivas brasileiras, especialmente em setores com exposição a debates internacionais sobre rastreabilidade, sustentabilidade, conformidade trabalhista e due diligence [diligência prévia]”, disse.

Além disso, ressaltou que a medida tem caráter transversal e pode gerar aumento de custo para importadores americanos e perda de competitividade para exportadores brasileiros.

Segundo Márcio Elias, o governo brasileiro voltará a fazer contato com os americanos no mês que vem, após a conclusão de todos os levantamentos de impacto.

“A prioridade neste momento é acolher os setores atingidos, é prepará-los para diversificação de mercados, é prepará-los para o enfrentamento das questões legais, a interlocução com contrapartes nos Estados Unidos”, disse.

“Ou seja, a prioridade agora é acolher os setores, como é o caso do Brasil Soberano 3, preparar as manifestações que faremos junto ao OMC [Organização Mundial do Comércio], por exemplo, e sentarmos para discussão na mesa de negociação no momento adequado, na hora certa”, acrescentou.

Na quarta, o governo reembalou o plano Brasil Soberano e anunciou R$ 18,5 bilhões em recursos para ajudar empresas afetadas pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

Além de R$ 13,5 bilhões do Tesouro Nacional –valor referente a sobras da primeira etapa, de agosto do ano passado, e à renegociação de dívidas rurais– haverá um aporte de R$ 5 bilhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Os recursos poderão ser utilizados para capital de giro, aquisição de bens de capital, investimentos produtivos, inovação tecnológica, adaptação de produtos e processos, além de prospecção e abertura de novos mercados.



Fonte:

Previous Post

FMI elogia Pix e cobra autonomia financeira do Banco Central

Next Post

CPTM volta a operar linhas concedidas para Trivia Trens por mais 90 dias a partir desta sexta; entenda

redacao

redacao

Next Post
CPTM volta a operar linhas concedidas para Trivia Trens por mais 90 dias a partir desta sexta; entenda

CPTM volta a operar linhas concedidas para Trivia Trens por mais 90 dias a partir desta sexta; entenda

DIÁRIO DO EMPRESÁRIO

© 2026

  • Contato
  • DIÁRIO DO EMPRESÁRIO
  • Quem Somos
  • Sample Page

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Negócios
  • Geral
  • Contato

© 2026